Os EUA lançaram um plano para a retomada do turismo no país, com objetivo de receberem 90 milhões de turistas por ano entre 2023 e 2027, segundo anunciou o Departamento de Comércio. O órgão prevê que este público em potencial gaste U$ 279 bilhões no território norte-americano já a partir de 2023.

O objetivo do plano– realizado em parceria com entidades do setor de hotelaria, viagens e lazer – é promover a nação americana como um destino turístico internacional; facilitar viagens para os EUA e dentro do país; garantir práticas diversas, inclusivas e acessíveis; e, por fim estimular reduzir os impactos ambientais da indústria turística.

De acordo com o Departamento de Comércio, a indústria de viagens e turismo foi responsável por 9,5 milhões de empregos e contribuiu com US$ 1,9 trilhão em atividade econômica em 2019. Aliás, diz o órgão, 1 em cada 20 postos de trabalho nos EUA estavam direta ou indiretamente ligados ao setor. Esses empregos podem ser encontrados em áreas como hospedagem, serviços de alimentação, artes, entretenimento, recreação, transporte e educação.

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A renda gerada com o plano ultrapassa US$ 1 trilhão em quatros anos e deve contribuir com a geração de empregos, além de fomentar o giro da economia do país, que já tem mostrado forte capacidade de recuperação após ter sido atingida pela pandemia.

Dados recentes do Escritório de Estatísticas do Trabalho revelam, por exemplo, que quase 400 mil novas vagas de emprego foram preenchidas somente em maio. No acumulado do ano, o número chega a 2,4 milhões de novas posições.

O índice de desemprego segue, pelo 3º mês consecutivo, em 3,6% – um dos mais baixos dos últimos 50 anos. Mesmo assim, ainda existem 11,4 milhões de vagas de trabalho abertas nos EUA, um dos maiores níveis históricos.

“A economia dá sinais robustos de crescimento e a fomentação ao turismo só contribui para o quadro de renda, emprego e consumo. É um momento de franca retomada, que vai abrir ainda mais as portas do país para os brasileiros, não só para o turismo, mas para permanência mais duradoura em trabalho, qualificação, estudo e, naturalmente, para o sonho da moradia e cidadania no país”, aponta o CEO da AG Immigration, Rodrigo Costa.

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