Passar na entrevista no Consulado dos EUA para garantir o visto é o primeiro passo para sua entrada legal no país e o início de sua jornada por lá. Mas ainda há muitas dúvidas e mitos sobre o que fazer, como se portar e sobre os critérios usados. A boa notícia é que temos as dicas!
Primeiro, é preciso esclarecer que, atualmente, um banco de dados com informações prévias sobre seu nome já é capaz de direcionar boa parte do resultado da entrevista, para o “bem” ou para o “mal”. Estas informações, inclusive, são cruzadas com as que você apresenta.
Depois, fatores como sua postura emocional no momento da conversa e a capacidade de expressar com coerência e transparência o que de fato vai fazer por lá também contam muito. Tudo isso, é claro, confirmado por documentação correta.
No final das contas, o governo norte-americano quer ter a certeza de que você é um cidadão de bem e que vai cumprir as intenções anunciadas, seja de turismo, trabalho, estudo ou moradia temporária. Mas, claro, algumas dicas preciosas podem fazer a diferença. Vamos a elas?
Como se portar na entrevista do Consulado americano
- Certifique-se da documentação necessária e não ofereça nada a mais do que for pedido, a não ser que te perguntem.
- Priorize, antes, estar regularizado com o Imposto de Renda, CPF e Serasa. São indícios positivos do seu nome fiscal.
- Mostre de forma clara como conseguiu dinheiro para a viagem e como poderá se bancar por lá.
- Mesmo que não tenha certeza, informe intervalo de tempo de estadia, por exemplo: “pretendo ficar no máximo até dois meses”.
- O motivo da sua viagem e a primeira cidade de destino devem estar na ponta da língua e, claro, o local onde vai se hospedar.
- Tranquilidade emocional no momento também ajuda: é melhor prestar atenção e ouvir tudo antes de sair falando.
- Contradições na sua fala podem sir contar negativamente, além do nervosismo. Não minta em hipótese alguma.
- Seja natural e se vista de acordo com a formalidade da situação, mas sem exageros.
- Ser direto e claro, com respostas mais curtas, vai gerar mais empatia do entrevistador, que provavelmente vai entender mais seu português.
- Se você não tenha fluência no inglês, seja franco e não arrisque. Aliás, lembre-se de que você não precisa de inglês para conseguir o visto e nem o green card, embora conhecer o idioma ajude a conseguir melhores empregos nos EUA
- Não faça da sua cabeça e, se possível, consulte advogados e quem é especializado no serviço.
- Não questione decisões ou tente argumentar caso algo dê errado. Eles não precisam te dar explicação sobre eventual declínio do visto.
- Não compre a passagem aérea antes e, muito menos, informe que você já comprou. Isso pode soar arrogante e contar negativamente.
- Nada de contar vantagem ou dizer que você é rico ou famoso no Brasil. Este tipo de argumento não é considerado de forma solta na entrevista.
Vale lembrar também que a pandemia fez atrasar o fluxo do serviço, com uma espera de atém onze meses em São Paulo, por exemplo. Só que há formas, com a consultoria certa, de antecipar o processo, dependendo da sua necessidade. Portanto, o quanto antes você agendar e se informar, mais rápido conseguirá decolar e viver o sonho!
Quer saber um pouquinho mais sobre o assunto? Veja este post que preparamos com mais dicas de como fazer a entrevista no consulado.
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