Médicos estrangeiros no Alabama

O estado americano do Alabama promulgou em junho a Lei da Força de Trabalho Médica, para amenizar a escassez de profissionais da área médica e da saúde. Um mês antes, o estado do Tennessee já havia aprovado uma lei para permitir que médicos estrangeiros trabalhem em hospitais sem terem de fazer a residência.

A lei do Alabama foca em três aspectos: recrutar médicos de fora do estado para atuarem no Alabama, acelerar o processo para que médicos estrangeiros trabalhem em hospitais superlotados e criar um programa de estágio para graduados em medicina que ainda não conseguiram entrar em um programa de residência.

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Especificamente sobre o que diz respeito aos médicos estrangeiros, a lei anterior determinava que um médico formado no exterior, em uma faculdade não reconhecida nos EUA, deveria completar três anos de pós-graduação ou treinamento de residência em uma instituição acreditada pelo Alabama para poder atuar como médico no estado. É mais ou menos o mesmo procedimento de todos os outros estados.

Contudo, com a nova lei, bastará agora que o médico estrangeiro comprove dois anos de pós-graduação ou residência em um programa acreditado pelas seguintes organizações:

  • Accreditation Council for Graduate Medical Education.
  • Commission on Osteopathic College Accreditation
  • Accreditation Committee of the Royal College of Physicians and Surgeons of Canada
  • College of Family Physicians of Canada

Na prática, isso significa que médicos estrangeiros realizando residência ou pós-graduação em instituições reconhecidas pelas organizações acima poderão, após a conclusão do segundo anos, antes mesmo de completarem o programa todo, solicitar uma licença inicial de prática médica.

Com isso, as autoridades querem antecipar a inclusão desses profissionais no mercado de trabalhado, ajudando a combater a falta de médicos no Alabama. Cerca de 20% dos médicos atuantes no Alabama são estrangeiros, segundo dados da Associação Americana de Faculdades de Medicina (AAMC, na sigla em inglês)

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