A cor das notas de dólares é tão icônica que dispensa qualquer apresentação.  E não é à toa que o governo americano escolheu imprimir sua moeda na cor verde.  Essa cor foi adotada no século 19 como uma estratégia anti-falsificação para dificultar a produção de cédulas falsas.

Nas décadas que antecederam a Guerra Civil, a moeda era impressa por bancos privados e estatais de forma despadronizada, em uma variedade de tamanhos e denominações.

A partir de 1861 o governo federal dos EUA começou a emitir sua própria moeda para ajudar a financiar a guerra. Para evitar as falsificações, que então eram muito comuns, um lado dessas novas notas era impresso em tinta verde, que tinha menos probabilidade de desbotar. Já que na época as câmeras fotográficas só tiravam fotos em preto e branco, o verde não apareceria nas fotos e ficava mais fácil distinguir entre uma cédula original e uma cópia fotografada.

Em 1929, quando o governo começou a padronizar a aparência das notas, o Bureau of Engraving and Printing dos EUA decidiu manter o verde simplesmente por motivos práticos, porque a tinta verde era abundante, durável e associada com “o crédito forte e estável do governo”.

Atualmente, há cerca de US$1,2 trilhão em papel-moeda em circulação nos Estados Unidos. A produção de cada nota de $1 custa cerca de 5 centavos e para fazer uma nota de $100, cerca de 13 centavos. A vida útil estimada de uma nota de $1 é de quase seis anos, enquanto uma nota de $ 100 normalmente dura 15 anos.

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