Resumo da notícia “EUA criam 372 mil empregos em junho”.

  • Desde o começo do ano já são 2,8 milhões de empregos criados no país.
  • Taxa de desemprego segue em baixíssimos 3,6%.
  • Em média, um americano trabalha 34 horas por semana e ganha o equivalente a R$ 354 mil por ano.

EUA: 372 mil empregos criados em junho

Os Estados Unidos criaram 372 mil empregos não-rurais em junho, de acordo com dados divulgados pelo Escritório de Estatísticas do Trabalho nesta sexta-feira (8/7). No acumulado do ano, considerando os números revisados dos outros meses, já são 2,8 milhões de novos postos preenchidos no país.

“Ganhos de trabalho notáveis ocorreram em serviços profissionais e empresariais, lazer e hospitalidade, e saúde”, disse o órgão no comunicado.

A taxa de desemprego de junho manteve-se em 3,6% pelo quarto mês seguido – uma das menores dos últimos 50 anos. Desde 1969, em apenas dois meses os EUA registraram um patamar menor do que este. Em números absolutos, são 5,9 milhões de americanos sem trabalho. O desemprego é maior entre adolescentes (11%) e negros (5,8%).

A taxa de participação da força de trabalho ficou inalterada em 62,2%. Essa estatística mede a porcentagem de americanos que estão trabalhando ou ativamente procurando emprego. Já o número de pessoas que não estão no mercado, mas que estão procurando uma colocação, somou 5,7 milhões – a mesma quantidade do mês anterior.

De acordo com os dados mais recentes, existem 11,3 milhões de vagas abertas nos EUA. Portanto, mesmo que todas as pessoas desempregadas fossem contratadas pelas empresas americanas, ainda assim restariam 5,4 milhões de empregos disponíveis.

Não à toa, o número de imigrantes buscando vistos e green cards para trabalhar e morar nos EUA tem crescido bastante.

Salários crescentes nos EUA

A remuneração média por hora para os trabalhadores dos EUA chegou a US$ 32,08. No acumulado dos últimos doze meses, a alta é de 5,1%, menor, contudo, do que a inflação oficial, de 8,6%. Considerando-se que, em média, trabalham-se 2.080 horas por ano, a remuneração padrão de um americano ficou na casa dos US$ 66,7 mil anuais.

Já a média de horas trabalhadas na semana manteve-se em 34,5 horas, número que vem caindo nos últimos meses em razão da dinâmica altamente competitiva do mercado.

Setores que mais contrataram nos EUA em junho

Dos 372 mil novos empregos criados em junho, o ramo de serviços profissionais e empresariais foi o que mais contratou (74 mil). Dentro dele, os segmentos mais destacados foram o de gestão de negócios (12 mil), design de sistemas de computadores (10 mil), serviços administrativos para escritórios (8 mil) e serviços de pesquisa e desenvolvimento científico (6 mil).

Já o setor de lazer e a hospitalidade adicionou 67 mil empregos à economia, sobretudo no segmento de serviços de alimentação e bebidas (41 mil).

Por fim, os empregos na área de saúde aumentaram em 57 mil em junho, incluindo ganhos em serviços de saúde ambulatorial (28 mil), hospitais (21 mil) e casas de cuidado e home care (8 mil).

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